domingo, 29 de janeiro de 2012

Plissé de espelhos do Hotel Veuve Clicquot inspiração de Issey Miyake


Foto/40 Forever.

Grace Kelly e Rainier - Retratos de um casamento





la El príncipe Raniero de Mónaco y la princesa Gracia contrajeron matrimonio el 19 de abril de 1956 en una solemne ceremonia celebrada en la catedral monegasca de San Nicolás. Su historia de amor traspasó todas las fronteras y su boda fue una de las más ‘glamourosas’ que se recuerdan de la época. Ella, frágil y dulce, vistió un elegante diseño elaborado por Helen Rose con el que deslumbró a su llegada al templo. Como manda la tradición, llegó minutos antes que el novio, acompañada por su padre Jack Kelly , empresario americano do setor de construção civil e avanzó lentamente hacia el altar, seguida de sus damas de honor que iban vestidas de amarillo. Poco después hizo su aparición el Príncipe, luciendo su espléndido uniforme. Según recuerdan las crónicas periodísticas de la época, la emoción que se vivió dentro de San Nicolás culminó con la salida de los recién casados de la catedral entre los vítores y ovaciones del pueblo monegasco. Un día antes, Raniero y la princesa Gracia se dieron el "sí, quiero" en una ceremonia civil en el Palacio de Mónaco y debido al gran acontecimiento histórico que estaba viviendo el país, los monegascos disfrutaron de varios días de fiesta.Fonte/Hola.

Veuve Clicquot reforma hotel em Reins




A Veuve Clicquot tem um hotel super charmoso em Reins, região da champanhe. O castelo foi construído em 1840 e foi a residência da família Clicquot Ponsardin durante alguns anos. No ano passado, depois de uma longa reforma que durou 4 anos, foi reaberto.

A reforma começou pela parte arquitetônica externa, depois foi feita a parte interna dos quartos, banheiros e cozinha e em seguida a parte de decoração, que foi feita por Bruno Moinard, o mesmo que decorou as lojas do Hermès.

O hall de entrada por exemplo, tem um “plisée” de espelhos inspirado em Issey Miyake. O corredor dos quartos tem uma galeria com gigantescas fotos de todos os presidentes da companhia. O banco do argentino Pablo Reinoso é um must, e a escultura na entrado no jardim, dos irmãos Campana, é imponente.Fonte/40 Forever.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Paul Jacobs da Qualcomm investe para conectar casas


A era da internet móvel e da conectividade mudou a face do mercado de microprocessadores e colocou a briga entre gigantes do setor, como Intel e Qualcomm, num novo patamar
O CEO da Intel, Paul Otellini, um dos mais poderosos executivos de tecnologia do mundo, é testemunha ocular das principais transformações do setor nas últimas décadas. Há 30 anos na companhia, ele assistiu à consolidação, por exemplo, do reinado do PC, uma máquina que levou a computação para dentro da casa de milhões de pessoas. A Intel soube se colocar como soberana no mercado de chips nesse cenário, numa posição favorecida por sua longa parceria com a Microsoft. Atualmente, Otellini está às voltas com uma nova mudança de grande impacto, com desdobramentos importantes na relação dos usuários com os aparelhos tecnológicos e, consequentemente, do negócio no qual a Intel atua, o de chips. Essa transformação diz respeito ao fim da “era PC”, que dá lugar à mobilidade e às múltiplas possibilidades de conexão, com acesso à internet por meio de smartphones e tablets, tevês e videogames.


O desafio para a companhia dirigida por Otellini é provar que também pode brilhar nesse novo mundo digital, no qual é apenas um figurante por enquanto. O primeiro passo para atingir esse objetivo foi dado recentemente, com o lançamento de seu primeiro chip desenvolvido especialmente para os equipamentos móveis. Ser bem-sucedida nessa nova frente é crucial para continuar protagonista da indústria nas próximas décadas. “O que já vimos até agora no setor de tecnologia não é nada comparado ao que vejo no horizonte”, disse Paul Otellini na abertura da sua apresentação na Consumer Electronic Show (CES), maior feira mundial de tecnologia do mundo, realizada em Las Vegas entre os dias 8 e 13 de janeiro. A entrada da Intel no segmento móvel marca o início de uma nova etapa na área de chips, que já vê uma grande movimentação por parte dos concorrentes.

Dentro da maioria dos smart-phones e tablets há chips de fabricantes pouco ou nada conhecidas do usuário comum, como a Qualcomm, que domina cerca de 50% desse filão, além de Nvidia, Marvell e Texas Instruments. E, enquanto a Intel busca os smartphones, as concorrentes estão de olho no mercado de PCs. Todas apostam no Windows 8, o novo sistema operacional da Microsoft para PCs e tablets, que pela primeira vez rodará em chips com a tecnologia ARM, usada por elas em seus semicondutores. A briga entre essas gigantes não se resume apenas a disputar territórios dominados pelas rivais. Trata-se também de buscar diferentes fontes de negócios em terrenos ainda pouco explorados, como o de televisores, carros, câmeras, eletrodomésticos e até ítens como lâmpadas, sapatos, pontos de ônibus, etc.


Todas elas, de um jeito ou de outro, estão ampliando sua área de atuação para esses mercados. Além dos PCs, a Nvidia tem apostado no setor de servidores e carros conectados. Já a Qualcomm concentra esforços no segmento que ela denomina de casa conectada, em que todos os ambientes e dispositivos do lar estão interligados. E a Intel, além dos smart-phones, investe na computação embarcada em toda a gama de máquinas e dispositivos, que podem ser desde simples televisores a aviões. Hoje, existem cerca de cinco bilhões de equipamentos conectados no mundo. Em 2015, serão pelo menos 15 bilhões; em 2020, mais de 50 bilhões. Assim, máquinas e humanos estarão constantemente unidos por meio de redes sem fio.

E para cada um desses aparelhos e objetos haverá pelo menos um processador, o que sinaliza o tamanho da oportunidade que Qualcomm, Intel e tantas outras empresas querem abraçar. “Os dispositivos móveis estão se tornando rapidamente o principal meio para acesso a internet”, disse à DINHEIRO o argentino Rafael Steinhauser, presidente da Qualcomm para a América Latina. Trata-se de um movimento sem volta – e a Intel sabe disso. Líder há décadas na produção de chips para computadores e servidores, a empresa nunca viu sua liderança ser realmente ameaçada. Nas últimas décadas, por exemplo, a AMD, sua rival histórica, poucas vezes ultrapassou os 20% de participação nesses setores, ante os 80% da Intel. Mas o cenário se tornou mais difuso depois da entrada em cena dos supercomputadores portáteis, como smartphones e tablets.Fonte/ Isto é Dinheiro.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

No Teatro Carlos Gomes , a peça "As Mimosas da Praça Tiradentes"


flash : Elisabeth e Carlos Alberto Serpa ;Claude Amaral Peixoto e Miguel Falabella
As Mimosas da Praça Tiradentes, de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche, com direção do próprio Gustavo em parceria com Sergio Módena, estreia no Teatro Carlos Gomes e tem como cenário a região mítica da cidade do Rio de Janeiro, suas histórias, seus personagens e tudo mais que a torna um ponto de memória afetiva e cultural.

Com texto inédito, As Mimosas da Praça Tiradentes é uma espécie de Priscilla, a Rainha do Deserto ou Gaiola das Loucas à brasileira. Entremeando histórias pessoais de seus personagens, conta o início, o apogeu e a decadência da praça, trazendo a característica marcante da obra dos autores: colocar o Rio como cenário e sua cultura como fonte de inspiração. O enredo mostra como a Praça Tiradentes se firmou, por mais de um século, como o grande centro de efervescência cultural da cidade e recebeu influência de diversos povos estrangeiros criando, a partir daí, a nossa identidade cultural.
Um grupo de transformistas ensaia um show para arrecadar fundos em prol do Cabaré das Mimosas, ameaçado de fechar suas portas. Ao longo dos ensaios são reveladas as histórias das personagens e suas relações pessoais. Cada uma delas representa um período da Praça Tiradentes – são negros, ciganos, vedetes, dançarinas de gafieira, a corte portuguesa e os estrangeiros que ao longo do tempo ajudaram a construir a identidade desta região. Alternando números musicais com cenas dramáticas, o espetáculo cria um mosaico de acontecimentos e fatos que mostra a importância e a razão pela qual a Praça Tiradentes foi considerada uma das regiões mais tradicionais do Rio de Janeiro, sendo conhecida, por muito tempo, como a Broadway brasileira.

As Mimosas da Praça Tiradentes traz personagens que vivem de sonho, de fantasia. Personagens que reinventam o seu dia-a-dia para viver. Aborda a homossexualidade sem preconceito, com muito humor e liberdade. Trazendo, inclusive, um desfecho inusitado... Um love story envolvendo um travesti. A praça, desde seu início, tem ligações com o movimento homossexual. Daí a escolha dos transformistas para contar a sua história.O apogeu e a decadencia.
Local: Teatro Municipal Carlos Gomes
Estréia: 14 de janeiro
Temporada: até 25 de março de 2012
Sessões: de quinta a domingo às 19h30
Preço: R$ 50 (inteira) | R$ 25 (meia)
Duração: 110 min
Classificação: 12 anos
Texto: Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche
Direção: Gustavo Gasparani e Sergio Módena
Categoria: Musical
fonte/blog lá na Lapa.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Martyn Lawrence Bullard and his exuberant style


A strong command of proportion and scale, a deft hand with color and pattern, and an exuberantly global sensibility sum up Martyn Lawrence Bullard’s distinctive appeal. This British-born, Los Angeles–based designer with an A-list celebrity clientele (Cher, Elton John, Tamara Mellon, and many others) is particularly taken with Orientalism in all of its guises, favoring bold Ottoman accents, which he sometimes combines with stellar French and Spanish antiques. With a star turn on Bravo’s hit show Million Dollar Decorators and a newly launched fabric line for Schumacher, this in-demand designer has never had a broader reach. martynlawrencebullard.com

Read more: http://www.architecturaldigest.com/architects/100/2012/martyn-lawrence-bullard-design-ad100-profile#ixzz1kHyymTok

domingo, 22 de janeiro de 2012

Wallis Simpson -The Duchess' Jewels



IF you find you can't take your eyes off the beautiful jewellery in Madonna's new film - W.E. - then you have Alexis Bittar to thank. Collaborating with Oscar-nominated costume designer Arianne Phillips, the jeweller created several one-off pieces for Andrea Riseborough - who plays Wallis Simpson - to wear in the film.

With pieces including intricate brooches, jewelled earrings and stylish brooches - the designs all began with extensive research, and are based on pieces the Duchess had been given by Edward VIII.

Wallis, Duchess of Windsor, previously Wallis Simpson, (born Bessie Wallis Warfield; 19 June 1896[1] – 24 April 1986) was an American socialite whose third husband, Prince Edward, Duke of Windsor, formerly King Edward VIII of the United Kingdom and the Dominions, abdicated his throne to marry her.

Wallis's father died shortly after her birth, and she and her widowed mother were partly supported by their wealthier relatives. Her first marriage, to U.S. naval officer Win Spencer, was punctuated with periods of separation and eventually ended in divorce. In 1934, during her second marriage, to Ernest Simpson, she allegedly became the mistress of Edward, Prince of Wales. Two years later, after Edward's accession as King, Wallis divorced her second husband and Edward proposed to her.

The King's desire to marry a woman with two living ex-husbands threatened to cause a constitutional crisis in the United Kingdom and the Dominions. This prospect ultimately led to the King's abdication in December 1936 to marry "the woman I love".[2] After the abdication, the former king was created Duke of Windsor by his brother George VI. Edward married Wallis six months later, after which she was formally known as the Duchess of Windsor, without the style "Her Royal Highness".

Before, during and after World War II, the Duke and Duchess of Windsor were suspected by many in government and society of being Nazi sympathisers. In the 1950s and 1960s, she and the Duke shuttled between Europe and the United States, living a life of leisure as society celebrities. After the Duke's death in 1972, the Duchess lived in seclusion and was rarely seen in public. Her private life has been a source of much speculation, and she remains a controversial figure in British history.fonte/ Wikipédia.
SEE THE DEVELOPMENT OF THE PIECES

"Understanding the symbolism and coded inscriptions on each piece the Duke had given the Duchess was essential when designing these pieces," Bittar explained - backed up by Phillips, who spoke of the relationship between the Duke and Duchess as inspiration for the collaboration.

"Wallis and the Duke both made a lifestyle out of presentation… it was a beautiful façade. He said that because she never got a title he gave her jewellery to make her feel royal," she said.Fonte Vogue British.